Com abordagem moderna e atendimento individualizado, o Dr. Lucas Trajano acompanha o tratamento e a prevenção dos cálculos renais, da crise de dor à investigação da causa.
Com abordagem moderna e atendimento individualizado, o Dr. Lucas Trajano acompanha o tratamento e a prevenção dos cálculos renais, da crise de dor à investigação da causa.
Esses são sinais clássicos dos cálculos renais (pedras nos rins), um problema comum, mas que não deve ser ignorado.
Eles se formam silenciosamente e, quando menos se espera, provocam crises dolorosas que impactam o sono, o trabalho, a alimentação e a rotina.
E o pior: podem voltar se não forem tratados corretamente.
Muitos pacientes convivem com esse problema há anos, adiando a consulta com o especialista e tentando resolver com remédios caseiros.
A verdade é: você não está sozinho. E sim, existe tratamento.
Sou o Dr. Lucas Trajano, médico urologista, com atuação voltada ao cuidado integral da saúde masculina e à realização de tratamentos modernos e minimamente invasivos.
Formei-me em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, onde iniciei minha trajetória dedicada à cirurgia e ao aprimoramento técnico.
Realizei Residência Médica em Cirurgia Geral pela Beneficência Portuguesa de Ribeirão Preto (SP) e, posteriormente, Residência em Urologia pelo Hospital Ipiranga, em São Paulo (SP).
Aprofundei minha formação com Fellowship em Uro-Oncologia e Cirurgia Minimamente Invasiva no Hospital de Amor (Hospital de Câncer de Barretos, SP), centro de tratamento e pesquisa oncológica.
Atualmente, meu foco é oferecer um atendimento humanizado, ético e baseado em evidências científicas, com o objetivo de proporcionar aos pacientes segurança, qualidade de vida e bem-estar em todas as etapas do tratamento.
Sou o Dr. Lucas Trajano, médico urologista, com atuação voltada ao cuidado integral da saúde masculina e à realização de tratamentos modernos e minimamente invasivos.
Formei-me em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, onde iniciei minha trajetória dedicada à cirurgia e ao aprimoramento técnico.
Realizei Residência Médica em Cirurgia Geral pela Beneficência Portuguesa de Ribeirão Preto (SP) e, posteriormente, Residência em Urologia pelo Hospital Ipiranga, em São Paulo (SP).
Aprofundei minha formação com Fellowship em Uro-Oncologia e Cirurgia Minimamente Invasiva no Hospital de Amor (Hospital de Câncer de Barretos, SP), centro de tratamento e pesquisa oncológica.
Atualmente, meu foco é oferecer um atendimento humanizado, ético e baseado em evidências científicas, com o objetivo de proporcionar aos pacientes segurança, qualidade de vida e bem-estar em todas as etapas do tratamento.




Nem sempre. Em muitos casos, cálculos pequenos podem ser eliminados naturalmente com acompanhamento médico e medidas simples, como aumento da ingestão de líquidos e uso de medicamentos que facilitam a expulsão.
Já cálculos maiores, que causam dor intensa, obstrução ou risco de infecção, podem exigir procedimentos minimamente invasivos — como a litotripsia (quebra das pedras por ondas de choque) ou a ureteroscopia (remoção com câmera e instrumentos delicados). A escolha da técnica depende do tamanho, da posição e da composição do cálculo, e a recuperação varia conforme o procedimento.
Não existe garantia de que novas pedras não se formem, mas a chance de voltarem cai quando a causa é investigada e corrigida. Além de eliminar as pedras existentes, o tratamento inclui a investigação da causa, que pode estar ligada a fatores genéticos, alimentação, metabolismo ou consumo insuficiente de água.
Com o diagnóstico correto, é possível montar um plano de prevenção individualizado, ajustando hábitos e corrigindo causas metabólicas. Com acompanhamento, a tendência é reduzir a frequência das crises.
A prevenção é uma parte essencial do tratamento. O primeiro passo é entender por que os cálculos estão se formando, o que é feito por meio de exames de urina, sangue e análise da composição das pedras.
Com essas informações, o médico pode recomendar ajustes como:
Aumentar a ingestão de água ao longo do dia
Reduzir alimentos ricos em oxalato, sódio e proteínas animais
Adequar a ingestão de cálcio (sem exageros nem restrições)
Corrigir alterações metabólicas com medicações específicas, se necessário
Com essas medidas, as chances de recorrência diminuem.
A cólica renal tem algumas características bastante específicas: costuma começar de forma súbita e intensa, geralmente nas costas ou na lateral do abdômen, podendo irradiar para a virilha. Em muitos casos, vem acompanhada de náuseas, suor frio, urgência para urinar e presença de sangue na urina.
Entretanto, outros problemas também podem causar sintomas parecidos. Por isso, a avaliação com um urologista é fundamental para confirmar o diagnóstico com exames de imagem e iniciar o tratamento correto o quanto antes.
Um cálculo sem acompanhamento pode trazer complicações. Quando ele bloqueia o fluxo de urina, aumenta a pressão dentro do rim, causa dor intensa e pode levar a infecções e, em casos prolongados, a perda de função do rim.
Mesmo quando as pedras são pequenas e não causam sintomas imediatos, elas podem crescer silenciosamente e gerar complicações no futuro. Por isso, o ideal é investigar e tratar com acompanhamento especializado.

Nem sempre. Em muitos casos, cálculos pequenos podem ser eliminados naturalmente com acompanhamento médico e medidas simples, como aumento da ingestão de líquidos e uso de medicamentos que facilitam a expulsão.
Já cálculos maiores, que causam dor intensa, obstrução ou risco de infecção, podem exigir procedimentos minimamente invasivos — como a litotripsia (quebra das pedras por ondas de choque) ou a ureteroscopia (remoção com câmera e instrumentos delicados). A escolha da técnica depende do tamanho, da posição e da composição do cálculo, e a recuperação varia conforme o procedimento.
Não existe garantia de que novas pedras não se formem, mas a chance de voltarem cai quando a causa é investigada e corrigida. Além de eliminar as pedras existentes, o tratamento inclui a investigação da causa, que pode estar ligada a fatores genéticos, alimentação, metabolismo ou consumo insuficiente de água.
Com o diagnóstico correto, é possível montar um plano de prevenção individualizado, ajustando hábitos e corrigindo causas metabólicas. Com acompanhamento, a tendência é reduzir a frequência das crises.
A prevenção é uma parte essencial do tratamento. O primeiro passo é entender por que os cálculos estão se formando, o que é feito por meio de exames de urina, sangue e análise da composição das pedras.
Com essas informações, o médico pode recomendar ajustes como:
Aumentar a ingestão de água ao longo do dia
Reduzir alimentos ricos em oxalato, sódio e proteínas animais
Adequar a ingestão de cálcio (sem exageros nem restrições)
Corrigir alterações metabólicas com medicações específicas, se necessário
Com essas medidas, as chances de recorrência diminuem.
A cólica renal tem algumas características bastante específicas: costuma começar de forma súbita e intensa, geralmente nas costas ou na lateral do abdômen, podendo irradiar para a virilha. Em muitos casos, vem acompanhada de náuseas, suor frio, urgência para urinar e presença de sangue na urina.
Entretanto, outros problemas também podem causar sintomas parecidos. Por isso, a avaliação com um urologista é fundamental para confirmar o diagnóstico com exames de imagem e iniciar o tratamento correto o quanto antes.
Um cálculo sem acompanhamento pode trazer complicações. Quando ele bloqueia o fluxo de urina, aumenta a pressão dentro do rim, causa dor intensa e pode levar a infecções e, em casos prolongados, a perda de função do rim.
Mesmo quando as pedras são pequenas e não causam sintomas imediatos, elas podem crescer silenciosamente e gerar complicações no futuro. Por isso, o ideal é investigar e tratar com acompanhamento especializado.